Fim.
A vida desse blog encerra-se hoje, tudo vai pro As palavras minhas.
Obrigado Sobreascoisas. Adeus.
Textos.
Meus textos agora estão em formato de blog também.
Quem quiser dar uma olhada é só clicar em As Palavras Minhas, do lado direito deste blog
Apenas excluam o último parágrafo.
Maurício
Já não sei dizer se ainda sei sentir
O meu coração já não me
pertence
Já não quer mais me obedecer
Parece agora estar tão cansado
quanto eu.
Até pensei que era mais por não saber
Que ainda sou capaz de
acreditar
Me sinto tão só
E dizem que a solidão até que me cai
bem.
Às vezes faço planos
Às vezes quero ir
Para algum país
distante, voltar a ser feliz.
Já não sei dizer o que aconteceu
Se tudo que sonhei foi
mesmo um sonho meu
Se meu desejo então já se realizou
O que fazer depois,
pra onde é que eu vou?
Eu vi você voltar pra mim...
A menina dos cachinhos.
Já desisti de tentar te definir. Sua graça está em te construir aos poucos, enquanto vamos no tempo a passar. A menina que por cinco dias em sete me encontra no mesmo lugar. A menina que no começo, tão séria, eu via passar. A fada de asinhas azuis que eu vi a dançar. A menina mandona que briga quando estou a brincar. A menina dos cachinhos negros que às vezes me vejo a abraçar.
A menina guardada em momentos que não esquecerei.
Sempre que vejo minhas fotos está lá uma sua no meio. Ah, eu não sei! Deixa pra lá. Eu só quero que mesmo com o tempo, teu sorriso ainda seja sereno. E que perto ainda possa estar.
Policiais corruptos...
Finalmente consegui, com a ajuda do bitorrente e do legendas.tv, ter a primeira temporada de The Shield no meu computador.
Talvez você nunca tenha ouvido falar nessa série. Se não, corra atrás de ver...

Depois eu volto pra falar um pouco mais sobre os personagens, mas fica ai o aviso de uma diversão garantida.
Pela janela do ônibus...
Pode até parecer estranho o que eu vou dizer, mas andar de ônibus, muitas vezes, é um dos meus momentos mais prazerosos.
Claro que não estou falando de pegar o Grande Circular às sete da manhã em direção ao Antônio Bezerra, ou qualquer outra direção.

Tô falando das vezes em que sento sozinho na janela, com poucas pessoas ao redor, com o vento frio contra meu rosto. Eu viajo em pensamentos tanto tristes quanto contentes. Quais são não importa, o importante é que é um momento em que eu sinto paz comigo mesmo.

Eu sei, eu sei que pode parecer estranho, mas eu não quero ser sempre normal.
Pode chorar...
Na minha vida, eu sempre fui obrigado a ouvir forró, algo que suporto com muita penúria.
Teve uma época em que aconteceu algo que se não foi interessante, foi totalmente tosco. Cabe a cada um dizer qual é seu conceito.
É o seguinte. Uma banda escrevia algo contando tipo uma história, e sempre dentro de três temas: mulher, bebida, traição. A banda fazia a música e tal e começava a fazer sucesso. Daí aparecia outra banda e escrevia uma música em resposta àquela.
Reza a lenda, que chegaram a contar a história de três gerações de uma família nessa brincadeira...
Sim, mas o que eu tô querendo dizer é que, tal como a febre de reaparição das bandas de rock dos anos oitenta, a velha moda no forró voltou. E como não poderia deixar de ser, mais moderna. Vejam só:
O primeiro, da banda cujo nome me foge agora, canta a todo pulmão: "Hoje eu vou comer você, hoje eu vou comer você. Se eu te encontrar à noite, hoje eu vou comer você..."
Daí vem o segundo, do solteirões do forró, isso mesmo, o segundo, lembram que eu falei da modernidade?, e canta: "Você nunca me amou, só me quer naquela hora. Me pega, vuco, vuco, vuco, vuco e vai embora...".
Acabar dizem que música de emo é Simple Plan.
Eu: o anti-social
Faz tempo que eu percebi que sou meio anti-social.
Meio porque tenho dificuldade em conhecer pessoas, ou me sentir bem entre muitas
pessoas que não conheço, mas depois que algum laço é feito, eu me sinto super
confortável em ser eu mesmo.
Mas, por exemplo, ontem. Minha irmã foi no
aniversário de uma amiga, só pra dar uma passada rápida. Ela entrou e eu preferi
ficar no portão. Não me senti nem um pouco à vontade de entrar e dizer oi
para as poucas pessoas que estavam lá.
Não sei. Às vezes acho que sou o
cúmulo do comum. Não me encaixo em nenhum grupo além dos que convivo
diariamente. Às vezes me acho cult demais para alguns, e às vezes me
acho por fora de tudo para outros. E aí eu me sinto assim, sobrando no
meio.
"Seja quente ou seja frio, pois se fores
morno, vomitar-te-ei".
Estou ferrado.
heuaheuaheauheauheauheahe.
Jas gotis pirê!
E um dos vídeos mais vistos no youtube é o dos
presos filipinos dançando o clássico clipe Thriller, do antes humano Michael
Jackson.
Pra quem não viu ainda, ai tá o clipe:
http://www.youtube.com/watch?v=hMnk7lh9M3o&mode=related&search=
As autoridades filipinas declararam que todos os
presidiários são obrigados a participar. Mas que, apesar da obrigação,
quase todos simplesmente querem participar, pois com toda a repercussão, eles
têm se sentido importantes, já que estão aparecendo em computadores de pessoas
em todos os países do mundo.
E esse não é a única música que eles dançam. É
só dar uma olhada nos links relacionados que vocês podem ver outros.
Mas ai vem os salvadores da moral e da justiça, os conservadores
estadunidenses, dizerem que o governo filipino está comentendo um erro ao dar
tanta liberdade para traficantes, assassinos etc.
Vão se fuder seus filhos da
puta! Eu sei que vocês preferem que lá fosse assim>
http://www.worldproutassembly.org/images/guantanamo-21.jpg
http://www.amnesty.ca/campaigns/no_exceptions/images/guantanamo/guantanamo_action.jpg
http://attendingtheworld.files.wordpress.com/2007/03/guantanamo-dog.jpg
Continuem dançando
filipinos!
Quem disser que nunca julgou alguém pela sua
aparência, estará mentindo. Claro que hoje em dia, sendo uma pessoa mais madura
do que eu era algum tempo atrás, dificilmente julgo alguém pelo que veste, pelo
modo como fala etc.
Muitas vezes temos uma impressão errada e deve dizer que
o melhor de tudo é quando quebramos a cara.
Dêem uma olhada nesse pobre
coitado que foi cantar ópera num reality show...
Eu me calei.
Férias em casa, mas bom demais. Talvez role uma viagem pra Bahia ali, já no final. Hoje vai ser decidido.
Na UFC, uma pedrinha, mas tudo bem, as rochas ficaram pra trás. Os projetos estão ai, estão surgindo, e eu espero conseguir uma bolsa, ou então vou atrás de estágio mesmo, não dá pra ficar como a maioria, comendo, bebendo e se divertindo somente com o dinheiro do pai e da mãe.
Pois é, vaiaram o Lula no PAN, ai vem um cara dizer no orkut "Mas cade a grande maioria que apóia o Lula? Nessas horas é que a gente ver que essas pesquisas não estão certas". Ah, tudo bem, a grande maioria que vota no Lula, a classe média baixa e a classe baixa estavam lá no PAN, assistindo a abertura...
Outro vem e diz Foi uma demonstração de indignação pelo fato de o Lula deixar a violência chegar no ponto em que está no Rio de Janeiro". Concordo também, a culpa é toda do Lula. No Rio não tem governador nem prefeito, e os presidentes anteriores protegeram o Rio como mãe que bota o filho embaixo do braço. Fala sério...
Amanhã eu fico de férias, e ai, meu velho amigo, a gente volta a conversar. Não queria me afastar, mas esses dois últimos meses foram pesados, felizes, com duas pequenas pedras no caminho, mas felizes. Abraço.
Eu pensei que hoje, 24 de maio, a coisa mais importante do dia seria o final da terceira temporada de Lost.
Estava enganado.
Hoje faz trinta anos que meu pai beijou minha mãe pela primeira vez.
Ebenézer "empurrou" minha mãe para um encontro e minha mãe, diz ela, não queria ir. Acho que tá fazendo charme.
Mas foi. Chegou lá, ele não estava na exposição que estava trabalhando pela polícia militar. Ela foi na subsolo da exposição, deu uma volta, e quando subiu, deu de cara com ele. Conversa vai, conversa vem, meu pai, Cabo, falou pro soldado, fica aí que eu vou tomar um café. Meu pai sempre odiou café. Deram uma volta e antes de ir embora, puxou minha mãe pela mão e deu um beijo nela.
Trinta anos atrás.
Lost. Esse final promete ser o melhor de todos!
Acho que depois dessa, eu vou voltar a assistir a fórmula I:
http://www.youtube.com/watch?v=dQJCUC5gvDI&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eirmaosbrain%2Ecom%2F
Tem certas coisas que acontecem e que me deixam realmente puto. E o pior, tenho que evitar comentar para não gerar reações ruins em lugares em que isso não pode ocorrer.
Alguém tentar me enganar por algo extremamente tolo como uma mesa de computador.
Alguém abrir as portas da "sua casa" para você e depois que você entra e se sente à vontade, a pessoa chega e diz: "Agora você não pode mais entrar, mas ainda assim é bem-vindo". Proibir pra mascarar erros próprios.
Esse último em especial, até porque o primeiro é só uma questão de infantilidade. Vou começar da metáfora da casa.
O pai, sempre que chega em casa, vê o filhinho cheio de amiguinhos brincando e sorrindo à vontade. Ele acha aquilo tudo muito bom, ele sempre quis que os amiguinhos do seu filhinho se sentissem bem na sua casa, estando presentes sempre que se sentissem com vontade de aparecer.
O tempo vai passando e tudo muito feliz até que um dia, ao passar em frente ao quarto do filho e ver que esse tinha esquecido o computador ligado, foi até ele para desligá-lo.
Só que o pai vê que os amiguinhos do filho estavam navegando em sites proibidos para pessoas da idade deles!
"Um absurdo" - pensa o pai.
Ele chama o filho e diz: "A partir de amanhã, seus amiguinhos só podem brincar na sala!". O filho, obediente, concorda no mesmo instante.
E assim fica sendo, o filhinho pode continuar usando o seu computador tranquilamente, mas quando seus amiguinhos chegarem, eles só podem brincar juntos na sala.
Agora vamos voltar um pouco na história.
No primeiro dia que os amiguinhos foram brincar na sua casa, o filhinho mostrou seus brinquedos e ficaram se divertindo o dia inteiro. No segundo, no terceiro, no quarto dia do mesmo jeito. Já no quinto, o filhinho se cansou e pergunta para os outros: "Vocês querem ver algo bem legal?". Os meninos, curiosos, dizem: "Claro que sim". O filhinho então vai até o computador e digita um endereço. Aparece uma página cheio de mulheres lindas de biquini. Os outros meninos ficam de queixo caído.
No outro dia os meninos pedem para ver mais, e o filhinho mostra novamente. E também no terceiro, no quarto, no quinto dia... até que fica sem graça.
O filhinho então diz: "Eu tenho algo melhor. Ele então entra numa página de pornografia e os meninos se olham, impressionados.
O filhinho fala que já está tarde e que eles têm que ir embora. Calça as sandálias e vai com eles até o portão. É exatamente nesse momento que o pai passa pelo quarto e vê o que já foi dito.
Mesmo mudando a casa e as pessoas, a história é a mesma.
E assim vai seguindo o filhinho, com sua imagem retocada. Com a máscara melhor desenhada.
|
||||
|
|
||||
|
||||